Ano recorde em venda de máquinas

28 de janeiro de 2014

Satisfatório para os produtores rurais, 2013 também foi um ano positivo nas vendas de máquinas agrícolas. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o crescimento na venda de máquinas agrícolas em 2013 deve chegar a 15%.

Segundo a entidade, 2013 foi um ano ímpar na comercialização. “2013 foi o ano de ouro para o setor de máquinas agrícolas, as vendas foram as maiores de toda a história do setor de implementos. Nunca se vendeu tanto. Esse cenário foi possível porque tivemos duas condições favoráveis, a conjuntura agrícola perfeita em produção e preços e uma política pública adequada em disponibilidade de financiamentos e taxas de juros baixas”, explica o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da Abimaq, Gilberto Zancopé.

Ainda não há números fechados sobre o aumento nas vendas, mas a estimativa é de que o setor tenha crescido em torno de 15%. “Levando-se em conta que a indústria brasileira deve ter tido um crescimento zero, esse crescimento de 15% é muito importante e deve-se ao dinamismo do agronegócio. É a agricultura que vem puxando a economia brasileira para cima”, destaca Zancopé.

Zancopé aponta que os pulverizadores foram os itens mais procurados pelos produtores rurais na hora da compra. “Todas as máquinas tiveram bom desempenho esse ano, mas uma em especial foi um pouco melhor que é o segmento de pulverizadores. O ano agrícola está sendo marcado pelo ataque de novas pragas e a atenção do agricultor está voltada para o controle efetivo dessas pragas e, portanto, da aplicação dos defensivos com pulverizadores. Os agricultores precisam pulverizar na hora certa e em um tempo menor, exigindo mais máquinas ou máquinas mais novas”, revela o presidente da CSMIA.

Para 2014, a expectativa é de continuidade no bom momento do setor. “Depois de um ano muito bom, o que esperamos para 2014 é uma pequena acomodação, ou seja, o ano pode apresentar uma pequena diminuição de tamanho, algo como 5% a menos que 2013. Ainda assim é um patamar muito bom para a indústria de máquinas agrícolas e se ficar desse tamanho, todos vamos comemorar”, conclui Zancopé.

Fonte: Portal Diário da Manhã

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Seção: Máquinas & Equipamentos
Publicação: 28/01/2014

 

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